30 de dezembro de 2020

Feliz ano novo Cafézinhos !!!



O Expresso Literário é um Blog literário com extensão ao perfil literário no Instagram...

"Resolvi fazer um perfil literário no Instagram para colocar as minhas fotografias dos detalhes dos livros que eu vou lendo e escrever as minhas experiências com essas leituras. No começo, eu iria começar a colocar somente as fotografias & quotes (aquelas frases dignas de marcarmos nos nossos livros...) e as resenhas que já estavam no meu Blog Pessoal.".

A obrigação de ter um nicho na Blogosfera sempre foi algo incômodo. Eu gosto da liberdade de escrever em um blog pessoal. Por exemplo, eu falo sobre musicas, livros e groselhas devezenquando... Porém, quando eu comecei a organizar a página LEITURAS para escrever as resenhas no meu IG Literário eu comecei a observar que escrever resenhas literárias com caracteres contados pela legenda da rede social é uma tarefa difícil. Então, em Novembro de 2020, criei também um Blog literário com extensão ao perfil literário no Instagram, e assim nasceu o Expresso Literário com uma temática voltada para o universo da literatura.

Em 2021, eu pretendo escrever sobre o universo da literatura da mesma maneira que eu gosto de falar sobre os livros que eu estou lendo de uma maneira menos resumida possível e fotografando os detalhes...






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27 de dezembro de 2020

UMBOXING TAG INÉDITOS #12: O MAPA DE SAL E ESTRELAS. - DEZEMBRO/2020


Ano passado, foi um ano completamente atípico, principalmente para as minhas leituras e para os meus hábitos literários (leituras coletivas online, instagram literário, escrever um conteúdo mais literário...). As voltinhas no centro da cidade era só por motivos necessários incluindo as livrarias para comprar alguns livros. 

Comprei outros livros na internet com a previsão de chegada para o mês de novembro e a assinatura anual da a TAG Inéditos. Imagine receber em casa, todo mês, uma edição exclusiva de um livro surpresa escolhido não por uma prima ou um amigo, mas por um escritor de verdade, talvez até um vencedor de um Prêmio Nobel… 

Essa é a experiência oferecida pela TAG. Instalada em Porto Alegre, a empresa vem desafiando a máxima de que “brasileiro não gosta de ler” e tem conquistado cada vez mais assinantes. 



A idéia foi baseada em antigos Clubes do Livro. A renovada onda dos clubes de assinatura – vinhos, cervejas, etc. – reacendeu um sonho: trabalhar com literatura. Por que não um clube de assinatura de livros? Bastou segundos para os fundadores se lembrarem do antigo Círculo do Livro, sucesso literário das décadas de setenta e oitenta que vendia, em um modelo de assinatura, obras disponibilizadas em catálogo e cujas edições muitos ainda possuem em suas bibliotecas pessoais. 

 Como funciona? 

A TAG possui uma equipe de curadoria que investiga os lançamentos que estejam fazendo sucesso entre os leitores ao redor do mundo, mas que ainda não tenham vindo ao Brasil, para trazer, em primeira mão, aos associados. No geral, os livros são best-sellers de leitura rápida e linguagem contemporânea, daqueles repletos de diálogos e cenas emocionantes, que fisgam o leitor desde as primeiras páginas. Em parceria com uma editora brasileira, é feita a tradução e o projeto gráfico e editorial. Alguns meses depois de receber o livro, o lançamento poderá ocorrer nas livrarias, mas a edição que você encontrará nas prateleiras será diferente, pois a do clube são limitadas e exclusivas aos associados.

O MAPA DE SAL E ESTRELAS
DEZEMBRO/2020 




📕O livro do mês é O MAPA DE SAL E ESTRELAS. É sobre duas meninas, guerreiras e que vão ter viagens incríveis ao longo de suas vidas. Apesar de se passarem séculos entre uma história e outra, o autor entrelaçou as duas de uma forma que a história de uma complementa a da outra. 


💝A última caixinha do ano chegou com um brinde incrível: outro livro. E de um grande autor de mistério, o criador de Sherlock Holmes.




Para os interessados na assinatura, tenho um CUPOM DE DESCONTO: CAMGMRLD . Esse cupom gera um desconto de 30% na primeira caixinha!


25 de dezembro de 2020

Leituras de 2020... Parte 01





Eu comecei o ano de 2020 terminado de ler o livro Quem é você Alasca? do Johnn Grenn e escrevendo a resenha literária do meu Blog. Eu finalmente consegui entender a minha relação com o autor.

Acredito que a minha demora em ler Tartarugas Até Lá Embaixo do Johnn Grenn foram o tempo suficiente para curtir a leitura sem tanta pressão! O autor John Green consegue de forma sutil indicar na sua escrita que a Aza está entrando em crise, e vai aumentando a pressão e a tensão na forma como escreve e descreve o crescendo da crise. Colocando o leitor entre uma linha tênue entre ficção e a realidade nos colocando naquele cantinho frio e escuro da mente da personagem Aza.

Eu soube da existência do livro O Oceano no Fim do Caminho - Neil Gaiman em uma das primeiras turnês da Intrínseca em 2013 e logo comprei. Mas, acabei não lendo na época... Esse ano, eu li o primeiro livro do Neil Gaiman [Considerando que o livro "Faça Uma Boa Arte" é apenas um bom discurso com capa.]. Essa leitura não foi nem de longe uma das minhas leituras favoritas: Talvez, o gênero fantasia não funcione comigo, Talvez, a leitura não funcionou para esse momento... Por isso, a minha grande dificuldade de mergulhar na história. Porém, um ponto interessante nessa leitura é a linha tênue que o escritor atravessa entre a fantasia e a realidade do Personagem com 7 anos de idade que condiz com a loucura para um louco que a sua realidade independente de ser fantasia/loucura é real para o sujeito. Na mesma sintuação, eu li Bling Ring - A Gangue de Hollywood A literatura baseia-se em um caso Jornalístico dividida em três partes: O Monstro da Fama; A Dança dos Famosos e Quase Famosos. E os malefícios em criar um jovem adolescente em uma sociedade com um consumismo exacerbado e o que a mídia põe em suas programações sobre a cultura dos reality shows que é a corrida pela fama a todo custo... Esperava realmente uma história baseando em fatos jornalísticos e foi uma leitura bastante decepcionante.

Então, começou a Quarentena... Precisei fazer umas compras no supermercado e na hora que passei as comprar observei que na prateleira de doces tinha revistas e livros... Encontrei o livro O Diário de Myriam por apenas R$ 19,90! Essa foi oficialmente a minha primeira leitura da quarentena. Fiz uma tentativa de ler novamente O Subistituto do autor David e Abandonei novamente e tirei esse livro do meu campo de visão... A re-leitura de crônicas do livro Manual prático dos bons modos em livrarias foi muito nostálgica. Saudades, de uma livraria né minha filha?

Esse ano, eu conheci o termo Leitura Coletiva. Promovidas pelos IGs do Instagram ou Grupos de Leitura que são pessoas que se juntam para promover LC. Desde o início da pandemia, não perco a oportunidade de participar de leituras coletivas. Embora já existissem bem antes disso, elas se tornaram uma febre ainda maior entre leitores durante a quarentena.

A primeira leitura que tirou completamente da minha "Zona de Conforto" foi Medicina Macabra que foi uma das leituras mais surpreendentes desse ano. do Thomas Morris do novo selo da DarkSide® Books o Macabra Filmes, promovendo filmes e seus criadores, apresentando com curadoria e critério os novos nomes do cinema de terror nacional e internacional.

Continue...

Leituras de 2020... Parte2


Eu conheci o livro Bom dia, Verônica por meio da Leitura Coletiva promovida pela editora Darkiside. Porém, só consegui ler esse livro depois...

A rotina da escrivã de polícia Verônica Torres era pacata, burocrática e repleta de sonhos interrompidos até aquela manhã. Um abismo se abre diante de seus pés de uma hora para outra quando, na mesma semana, ela presencia um suicídio inesperado e recebe a ligação anônima de uma mulher clamando por sua vida. Verônica sente um verdadeiro calafrio, mas abraça a oportunidade de mostrar suas habilidades investigativas e decide mergulhar sozinha nos dois casos. Um turbilhão de acontecimentos inesperados é desencadeado e a levam a um encontro com lado mais sombrio do coração humano.

Se algum dia eu falei mal do Neil Gaiman eu não lembro... Coraline é uma leitura infanto-juvenil dos gêneros de: Fantasia, Horror e Ficção Científica com uma narração bastante adequada para esse público. uma das minhas melhores leituras do ano!



A experiência mais... incrível (dã!) foi com a leitura do livro Por Lugares incríveis. Esse livro chegou em minhas mãos em uma dessas voltinhas despretensiosas na livraria em 2016... Primeiramente, a capa chamou a minha atenção com o jogo de montar do "Pequeno Engenheiro" estilo aquele dos anos 80-90. Não Lembro que ao folhear os primeiros capítulos fui observando que eu não estava em um momento bacana para ler esse livro...

No Setembro Amarelo, sempre surgem leituras temáticas nessa época do ano. Surgiram duas leituras coletivas com experiências bem diferentes uma da outra Que me faz pensar o quanto os leitores(as) ainda não estão preparadas a compartilhar: Além do seu conhecimento, empatia e solidariedade nos diferente tipos de leituras...

A leitura do livro 𝑨 𝑳𝒐𝒏𝒈𝒂 𝑽𝒊𝒂𝒈𝒆𝒎 𝒂 𝑼𝒎 𝑷𝒆𝒒𝒖𝒆𝒏𝒐 𝑷𝒍𝒂𝒏𝒆𝒕𝒂 𝑯𝒐𝒔𝒕𝒊𝒍 foi uma leitura difícil ... Para não dizer chata. Perdi completamente a vontade de ler a continuação da trilogia.

Eu comecei a leitura do livro Anexos, da Rainbow Rowell sabendo que era uma leitura que eu ia gostar muito "Eu leria até a lista de compras da autora." e mesmo assim me surpreendi com o enredo e com os personagens adultos.­­­­

A primeira vez que ouvi falar sobre o livro A Pequena Sereia & O Reino Das Ilusões as minhas expectativas eram bem baixas porque em geral essas releituras de contos de fadas não me agradam...


Mas, resolvi dar uma chance porque geralmente os livros da linha DarkLove costumam me agradar bastante. O livro A Pequena Sereia & O Reino Das Ilusões embora, seja uma releitura de conto de fadas é uma leitura para maiores de 18 anos. Pois, são abordados assuntos como: abuso de menor, assédio, mutilação, automutilação, submissão, feminismo e machismo extremo e outros que foram abordados de uma forma um tanto quanto irresponsável. Deixando de lado a história de sua mãe que foi tratada de uma maneira resumida sendo que esse era o principal motivo de Gaia vir até a superfície. O que faz a narrativa feminista não fazer muito sentido e a partir dai o "Plot Twist" necessário durante a narrativa da história que realmente mostrou os objetivos da personagem desde o inicio e que realmente me surpreendeu.


Nesse ano, eu fiz algumas re-lituras: Pretinha, eu? Uma menina negra ganhou uma bolsa de estudos em um colégio onde nunca havia entrado um aluno negro. Desencadeou-se uma história de discriminação, preconceito e muitas descobertas. Esse livro marcou muito a minha infância. Esse livro é Pretinha, eu? do autor Júlio Emílio Braz esse livro foi indicação de uma professora de português para a aula de leitura... Enfim, ja escrevi sobre esse livro aqui é sempre bom ver o quanto eu "amadureci" apesar das dores...


E o livro Confissões de Adolescente, que é baseado na série de televisão homônima, exibida entre 1994 e 1996 pela TV Cultura e no livro de mesmo nome, ambos de autoria de Maria Mariana. O seriado, no qual são baseadas as personagens do filme, foi estrelado por Maria Mariana, Georgiana Góes, Dani Valente e Deborah Secco, que também participaram do filme, porém em outros papéis.


O livro Flores para Argenon é narrado por Charlie Gordom um homem de 30 e poucos anos de idade que tem uma deficiência intelectual. Não temos muitos detalhes precisos sobre diagnósticos e o livro não se prende em "rotular" Charlie. Os Capítulos são escritos em formato de "Relatório de Progresso" que ele vai descrever sobre o seu dia-a-dia antes de passar por um experimento cientifico.

Para relaxar, eu li alguns Mangás da Turma da Monica Jovem ainda irei fotografar o capricho da ultima edição que eu adquiri que tem até corte colorido.




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17 de dezembro de 2020

Resenha: Eleanor &Park

Essa é a história de dois adolescentes que não se encaixam muito bem: Eleanor é ruiva, cabelos cacheados, com problemas familiares e roupas velhas que não caem bem nela. Park é metade coreano, metade americano, com seus próprios problemas em casa, apesar da familia quase perfeita. Mesmo "imperfeitos" se aproximam e vivem um típico romance adolescente. O assunto em comum entre os dois giram em torno de HQs e músicas...





Sinopse: Eleanor &Park é engraçado, triste, sarcástico, sincero e, acima de tudo, geek. Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

"Sempre que via Eleanor, ele não conseguia mais pensar em se afastar. Não conseguia pensar em mais nada. A não ser tocá-la. A não ser fazer qualquer coisa que pudesse ou tivesse de fazer para vê-la feliz.”

As questões familiares de Eleanor com o decorrer da história continua confusa principalmente pela "alienação" da mãe, com a filha mais velha Eleanor para os possíveis maus tratos do padrasto. Os capítulos, são divididos: Uma hora é contada por Eleanor outra hora é contada por Park e isso é algo que funciona deliciosamente bem... Saber a história nos dois pontos de vista diferentes da mais vivacidade a leitura.

“A gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe. Toda vez que Eleanor ficava longe de Park, sentia sua perda.” 



Esse foi o meu primeiro contato com algum livro da autora Rainbow Rowell. É um livro muito fofo, com personagens encantadores, mas com vários espaços vazios que eu esperava que fossem trabalhados... Porém, é um romance adorável e eu recomendo a leitura.
 “A gente acha que abraçar uma pessoa com força vai trazê-la mais para perto. Pensamos que, se a abraçarmos com muita força, vamos senti-la, incorporada em nós, quando estivermos longe. Toda vez que Eleanor ficava longe de Park, sentia sua perda.” 


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Resenha: Cidade de Papel

Esse livro, serviu para que eu fizesse as pazes com o autor Jonh Green... No começo do ano de 2013 eu li "A Culpa É Das Estrelas" e foi um dos melhores livros que li naquele mesmo ano. Para ficar decepcionada e um pouco com ciúme no ano seguinte 20014 com a adaptação cinematográfica. 


Titulo: Cidades de Papel
Autor: John Green
Editora: Intrínseca
Ano: 2008
Páginas: 368
Avaliação: ☕☕☕☕☕



No ano de 2014, comecei a ler "O Teorema Katherine" a leitura estava lenta quase emperrando... Só não desisti, porque eu não sou de abandonar leituras... A ultima leitura daquele ano foi "Deixe a neve cair" e fiquei cri-cri com o John Green deixando o livro Cidade de Papel aliás, comprado na mesma época que comprei "O Teorema..." na prateleira dos "livros não lidos". No mês de Dezembro, resolvi dar uma chance para esse livro que iria completar 1 ano na parte dos "não lidos" na estante.


Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita. Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola, esperançoso de que tudo mude depois daquela madrugada e ela decida se aproximar dele. No entanto, ela não aparece naquele dia, nem no outro, nem no seguinte. Quando descobre que o paradeiro dela é agora um mistério, Quentin logo encontra pistas deixadas por ela e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele pensava que conhecia.


A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana:


" - (...) E nos seus momentos finais (...) vai dizer para si: 'Bem, desperdicei minha vida inteira, mas pelo menos invadi o SeaWorld com Margo Roth Spiegelman no último ano do colégio. Pelo menos "carpei" um diem. ".

"Talvez a certeza de que ela esta viva torne tudo isso possível de novo - mesmo que eu nunca tenha a prova disso. Eu quase posso imaginar uma felicidade sem ela, a capacidade de deixa-lá ir embora, de sentir que nossas raízes estão interligadas mesmo que eu nunca mais veja aquela folha de relva novamente.". 

"Uma cidade de papel para uma menina de papel. (…) Eu olhava para baixo e pensava que eu era feita de papel. Eu é que era uma pessoa frágil e dobrável, e não os outros. E o lance é o seguinte: as pessoas adoram a ideia de uma menina de papel. Sempre adoraram. E o pior é que eu também adorava. Eu tinha cultivado aquilo, entende? Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente.guarda roupa planejado.".

"É muito difícil ir embora – até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo.".




Cidades de papel tem romance, aventura, festas e papais noéis negros... e tudo isso se encaixa perfeitamente, formando uma ótima história. O livro mostrou como as pessoas são apenas… pessoas. E devemos olha-las como uma janela, não um espelho. É um livro bastante reflexivo, que nos faz pensar sobre a vida e sobre o que as pessoas significam para nós, e também sobre como botamos algumas delas num pedestal e esquecemos que elas são seres humanos como qualquer um. E o que eu mais amo na escrita do John Green, é o fato dele conseguir criar um livro com tudo isso de uma forma que é divertida e atraente, sem ficar tedioso e de uma maneira que consegue nos segurar até o final da história.



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16 de dezembro de 2020

Resenha: Cartas de Amor aos Mortos


O livro Cartas de Amor aos Mortos foi lançado em 2015. É um livro de estréia da autora Ava Dellaira pela editora Seguinte. Adquiri esse livro na Whilist Natalina lá por meados de Dezembro. Mas, nas primeiras páginas notei que precisava um pouco mais de tempo para apreciar a narrativa da história que é por meio de cartas para cantores e outros artistas mortos.



Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky.




Título: Cartas de Amor Aos Mortos
Autor: Ava Dellaira
Editora: Seguinte
Número de Páginas: 344
Ano de Publicação: 2014
Avaliação: ☕☕☕☕☕



Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.




A narrativa desse livro estrutura-se em cartas escritas por Laurel para os seus ídolos que já morreram: Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop…. É na aula de inglês que Laurel recebe essa tarefa: escrever uma carta para alguém que morreu. Logo a garota escolhe Kurt Cobain para escrever sua carta, pois a irmã o adorava, mas acaba sendo um desabafo tão intenso que ela não tem coragem de entregar a tarefa. E o que era uma lição acabou virando um verdadeiro diário em forma de cartas que escreve ao longo dos meses para diversas personalidades que morreram. A leitura é bastante intensa. O que era uma lição, acabou virando um verdadeiro diário com desabafos "Alguns segredos só conseguimos contar aos nossos maiores ídolos" se transformando em uma maneira de Laurel lidar com seu primeiro ano em uma escola nova e com a família despedaçada depois da morte de sua irmã.


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14 de dezembro de 2020

Resenha: Flores para Algernon.




Ontem, eu terminei de ler o livro Flores para Algernon do autor Daniel Keyes.

Esse livro contém gatilhos pois fala sobre: Saúde Mental, sofrimento psíquico violência na primeira infãncia, Bulling e suicídio. A relação social de uma pessoa com Deficiência Intelectual. A Crueldade e a falta de empatia das pessoas "normais" com pessoas deficientes intelectuais como o Charlie...


O livro é narrado por Charlie Gordom um homem de 30 e poucos anos de idade que tem uma deficiência intelectual. Não temos muitos detalhes precisos sobre diagnósticos e o livro não se prende em "rotular" Charlie. Os Capítulos são escritos em formato de "Relatório de Progresso" que ele vai descrever sobre o seu dia-a-dia antes de passar por um experimento cientifico. As relações sociais de Charlie Gordom tornaram-se tão superficiais no decorrer da história, que não vejo como "personagens importantes" para a evolução do personagem... Doutor Strauss e o professor Nemur foram os responsáveis pelo experimento cientifico; Alice professora do Instituto para jovens retardados. A artista que era vizinha de apartamento do Charlie.


Que estranho é o fato de pessoas de sensibilidade e sentimentos honestos, que não tirariam vantagem de um homem que nasceu sem braços ou pernas ou olhos, não verem problema em maltratar um homem com pouca inteligência.




Flores para Algernon é o título de um conto de ficção científica e romance do escritor americano Daniel Keyes . O conto, escrito em 1958 e publicado pela primeira vez na edição de abril de 1959 da Revista de Fantasia e Ficção Científica , ganhou o Prêmio Hugo de Melhor Conto em 1960. O romance foi publicado em 1966 e foi co-vencedor do mesmo ano Prêmio Nebula para Melhor Novela (com Babel-17 ). Algernon é um rato de laboratório que passou por uma cirurgia para aumentar sua inteligência.
A história é contada por uma série de Relatórios de Progresso escritos por Charlie Gordon, o primeiro sujeito humano para a cirurgia, e aborda temas éticos e morais, como o tratamento de deficientes mentais


Sinopse: Uma cirurgia revolucionária promete aumentar o QI do paciente. Charlie Gordon, um homem com deficiência intelectual grave, é selecionado para se o primeiro humano a passar pelo procedimento. Em um avanço científico sem precedentes, a inteligência de Charlie aumenta tanto que ultrapassa a dos médicos que planejaram o experimento. Entretanto, Charlie passa a ter novas percepções da realidade e começa a refletir sobre suas relações sociais e até sobre o papel de sua existência.



Flores para Algernon
Autor: Daniel Keyes
Tradutora: Luisa Geisler
Editora: Aleph
Ano de publicação: 1966
Ano desta edição: 2018
288 páginas
Avaliação: ☕☕☕☕☕


Daniel Keyes (9 de agosto de 1927 - 15 de junho de 2014) foi um escritor americano que escreveu o romance Flores para Algernon . Keyes recebeu a homenagem de Autor emérito da Science Fiction and Fantasy Writers of America em 2000.


Até um homem de mente fraca quer ser como os outros homens. Uma criança pode não saber como se alimentar, ou o que comer, mas ela conhece a fome.


A minha identificação com a história deu-se pelo fato de eu ser formada em Psicologia e ouvir muitas vezes durante a minha graduação o "nojinho" presente nos relatos dos estagiários em trabalhar com saúde mental. Ao decorrer da narrativa de Charlie Gordon eu lembrei da frase de Carl Jung "Conheça todas as teorias, domine todas as técnicas, mas ao tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana.". Faltando alma naqueles personagens cheios de diplomas e teorias...




Mas, lidando com as pessoas com deficiência intelectual como sendo apenas objetos de estudo.O Charlie Gordon é um personagem encantador e muito bem construído. Ele é um personagem tão bom, mesmo depois de se tornar um gênio. O ruim são as pessoas em sua volta... Principalmente depois dos resultados do experimento. Durante a leitura percebemos que avanço intelectual não quer dizer desenvolvimento emocional e social. E esse foi um fator importante na construção do personagem.

Apesar de sabermos que, no fim do labirinto, a morte nos aguarda (e isso é algo que nem sempre soube, até pouco tempo atrás, pois o adolescente em mim pensava que a morte acontecia só com outras pessoas), vejo agora que o caminho escolhido pelo labirinto me faz quem sou. Não sou apenas uma coisa, mas também uma maneira de ser – uma das muitas maneiras –, e saber os caminhos que percorri e os que me restam vai me ajudar a entender o que estou me tornando.


No inicio, vimos um Charlie que trabalha na padaria Donner. Em suas relações sociais vimos personagens tão sujos, que se aproveitavam da falta de intelectualidade e ingenuidade do Gordon, pessoas que se diziam amigos, mas na verdade só usavam-no como motivo de piada. Charlie estuda 3x por semana Instituto Beekmin para adultos retardados.




Enquanto leitor, nós conseguimos sentir as nuances dos sentimentos e pensamentos de Charlie pelos Relatórios de Progressos escritos por ele mesmo, com alguns erros de português. No inicio, devido a sua deficiência intelectual e depois do experimento cientifico quando ele chegou no topo da inteligência e percebe a sua verdadeira relação com o ciclo social onde ele estava inserido... O livro Flores para Algernon tem uma escrita muito peculiar. Esse livro, não vai falar de invenções loucas ou viagens no tempo, nem nada desse tipo. Trata-se de uma ficção científica mais psicológica. Porém, não criem expectativas durante a leitura e mantenham-se conectados com o Charlie com todas as suas nuances de pensamentos e sentimentos.


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11 de dezembro de 2020

Sobre as minhas coleções...

Na minha infância, sempre que eu gostava muito de algum objeto eu arrumava um jeito de ter outros objetos para colecionar.As minhas primeiras coleções foram de:  Tazos (aqueles que vinham nos salgadinhos...); figurinhas de chicletes; adesivos decorativos (tinha até um álbum com folhas autocolantes para colocar esses adesivos...); Na minha época mais fanática de Chiquititas e Sandy&Junior  eu colecionava todas as reportagens que saiam nas revistas (antes da internet...) e guardava em folhas de plástico em um fichário da época evolui para vários pôster de outras bandas que eu gostava na época.

Hoje em dia, eu tenho alguns objetos (colecionáveis...) que fazem um papel decorativo na minha estante de livros e no meu quarto.

Bottons Literários (músicos e bandas):


Eu comecei a colecionar Bottons-literários em 2013. Já falei sobre elas aqui no blog, onde falo sobre os eventos da Intrínseca por isso não vou me prolongar muito. Atualmente, eu tenho 26 bottons que ficam guardados nessa lata.



Marcadores de Livros:

Eu compro os meus livros nas livrarias-físicas da minha cidade. Quando finalmente eu escolhia o livro que ia comprar e caminhava até o caixa para finalizar a compra, a atendente colocava um "marcador de pagina" dentro do meu livro novo. Geralmente, era um marcador bem fulerinho fazendo propaganda da própria livraria e outras vezes marcadores- literários. A editora Intrínseca uma vez no ano faz a Turnê Intrínseca, e sempre tem um kit com marcadores de livros e Bottons literários para as pessoas que vão no evento é de onde vem a maioria dos bottons/marcadores da minha coleção.


Ganhei em um sorteio no blog Mil alices que veio esse marcador de páginas fofo com a carinha da alice que faz companhia para versão pocket da editora Zahar


Mc Donalds


Compro o Mc Lanche Feliz por causa do brinde #confesso! As miniaturas decoram a minha estante de livros.


Kinder (Os sobreviventes...)


E u guardava essas miniaturas do Kinder em uma caixinha de papelão do Unibanco e que tem um valor bastante afetivo (de uma época bastante bacana da minha vida...) comprei outros Kinder´s desde então, a coleção foi aumentando/diminuindo e tive que guarda-los dentro desse pequeno báu de madeira.



O que voces acharam das minhas coleções ??? E ai vocês colecionam alguma coisa? Eu vou adorar saber deixe aqui embaixo nos cometários.

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10 de dezembro de 2020

Resenha: Auggie&Eu- Três histórias Extraordinárias

O livro Auggie&Eu- Três histórias Extraordinárias não é uma continuação do livro Extraordinário e sim um complemento da história. Sim, você terá que ler o livro para conseguir entender o decorrer da história. O livro é divido em 3 diferentes perspectivas. Tornando-se a narrativa mais atraente e com uma história mais rica. Quando não foca em somente em um personagem como no livro Extraordinário.




Os Personagens Importantes ganham novas perspectivas: Julian, Christopher e Charlotte, personagens da vida de Auggie, narram nos três contos reunidos no livro Auggie e eu seus encontros e desencontros com o amigo extraordinário. 





Auggie&Eu- Três histórias Extraordinárias 
R. J. Palacio
Ano: 2015 
Editora: Intrínseca
Avaliação:☕☕☕☕☕ 




A história de Auggie Pullman, o menino de aparência incomum que tem encantado milhares de leitores desde o lançamento do romance Extraordinário, em 2013, ganha agora novas perspectivas: Julian, Christopher e Charlotte, personagens da vida de Auggie, narram nos três contos reunidos no livro Auggie e eu seus encontros e desencontros com o amigo extraordinário: 

O capítulo do Julian dá voz a um personagem controverso: o menino que liderava o bullying contra Auggie na escola. Enfim temos a oportunidade de entender o que o levou a agir dessa forma e o que Julian pensa das próprias ações. 

Em Plutão, o narrador é Christopher, o primeiro amigo de Auggie. Os dois meninos compartilham lembranças da infância e, apesar de terem se distanciado, aprendem que boas amizades sempre valerão um esforcinho a mais. 

Shingaling mostra Auggie pelos olhos de Charlotte, a única menina entre as três crianças escolhidas para apresentar a Auggie sua nova escola. Com ela entramos no universo das garotas e vemos como a chegada de Auggie afetou as relações entre elas. Para quem sente saudades do menino cativante de feições e personalidade extraordinárias e tem curiosidade em saber mais sobre sua história, Auggie & eu é um verdadeiro presente. A narrativa do livro As Ilustrações das crianças servem como divisória dos capítulos do livro. Atenção! Esse livro contém gatilhos de bullying em ambiente escolar.

R. J. Palácio mora em Nova York com o marido, os dois filhos e dois cachorros. Por mais de vinte anos foi diretora de arte e designer gráfica, trabalhando nos livros de outras pessoas enquanto esperava o momento certo para começar o próprio romance. Sua estréia na literatura foi com Extraordinário. Desde que eu ouvi a história do livro Extraordinário em um dos eventos da Intrínseca eu fiquei encantada! Não vendo a hora de ler esse livro

A narrativa do livro Auggie&Eu é dividido em três contos: capitulo de Julian: Julian não era apenas um menino mimado... Seus pais arrumavam justificativas para cada ato que ele cometia. No começo, Julian é apenas um garoto petulante da maneira como ele trata o Auggie chamado ele de "monstro" e o seu possível transtorno de ansiedade e pesadelos parece um tanto dramático típico de um garoto mimado como Julian. Mas, a vida tem um jeito um tanto peculiar de nos ensinar... Depois do castigo do diretor Busanfa e isso inclui não ir para a "colônia de férias"seus pais lhe mandam passar as férias em Páris. Depois de uma conversa emocionante e esclarecedora com sua vó, Julian consegue perceber como as suas atitudes foram cruéis e pela primeira vez sente remorso das atrocidades que ele cometeu com Auggie em vez de arrumar "justificativas" mudou o seu comportamento e escreveu o mais bonito preceito "È preciso recomeçar".

“Julian. Você é tão novo. Você sabe que as coisas que fez não estavam certas. Mas isso não significa que você não seja capaz de fazer o que é certo. Significa apenas que escolheu o caminho errado. Foi isso que quis dizer quando falei que você cometeu um erro.”



No capitulo de Plutão, conhecemos o ponto de vista de Christopher. Amigo de August desde que tinha poucos dias de vida. Como cresceram juntos, ele nunca viu Auggie como diferente. Pelo contrário, ele só percebeu que havia algo de errado quando atitudes das pessoas de fora começaram a se manifestar. Com o passar do tempo, eles se distanciam, Chris faz novas amizades e isso vai brotando em sua cabeça, pouco a pouco, pensamentos egoístas em relação a sua amizade com Auggie. ele e considera essa amizade mais difícil de manter do que com outros garotos. É preciso algo inesperado para que ele perceba a importância da família e das amizades verdadeiras.




No capitulo de Shingaling, conhecemos o ponto de vista de Charlotte (a garota que fez parte da comissão de boas-vindas de Auggie com Julian e Jack Will). Charlotte é uma garota gentil, nunca tratou Auggie de maneira ruim como seus colegas, mas nunca o defendeu também. Na verdade, ela procurou se manter neutra quando o assunto era a guerra entre os garotos. Este capítulo é bem focado em amizade, principalmente sobre ter amigos que gostam de você exatamente como é, sem a necessidade de tentar se “moldar” para se encaixar em alguma turma ou aparentar ser diferente para que o admirem. Traz mensagens muito bonitas sobre o que realmente importa.


Julian não era apenas um menino mimado... Seus pais arrumavam justificativas para cada ato que ele cometia. 

No inicio, Julian é apenas um garoto petulante da maneira como ele trata o Auggie chamado ele de "monstro" e o quanto o transtorno de ansiedade foi usado apenas para justificar um comportamento babaca e os seus pesadelos parecem um tanto dramático típico de um garoto mimado como Julian. 
“[…] Eu cometi um erro com Tourteau. Mas o bom da vida, Julian, é que ás vezes podemos consertar nossos erros. Aprendemos com eles. Nós nos tornamos pessoas melhores. Nunca mais cometi com ninguém o erro que cometi com Tourteau. E tive uma vida muito, muito longa. Você também vai aprender com esse erro. Deve prometer a si mesmo que nunca mais vai se comportar assim de novo. Um erro não define quem você é, Julian. Entende? Você pode simplesmente fazer a coisa certa da próxima vez.”
Mas, a vida tem um jeito um tanto peculiar de nos ensinar... Depois do castigo do diretor Busanfa e isso inclui não ir para a "colônia de férias" seus pais lhe mandam passar as férias em Páris. A conversa com sua vó foi esclarecedora e emocionante. Julian consegue perceber como as suas atitudes foram cruéis e pela primeira vez sente remorso das atrocidades que ele cometeu com Auggie em vez de arrumar "justificativas" mudou o seu comportamento e escreveu o mais bonito preceito "È preciso recomeçar". Quantos Julian's você já conheceu? Você já foi um Julian na vida de alguém? Quando eu terminei de ler o capitulo do Julian senti vontade de abraçar forte esse personagem com a sua coragem de mudar o seu comportamento e atitude ele pode tornar-se alguém melhor.
“—Estou orgulhosa de você, Julian. —Você acha que ele vai me perdoar? —Isso é com ele. No fim, mon cher, tudo o que importa é que você se perdoe. Você está aprendendo com seu erro. Como eu aprendi com Tourteau.”



Auggie&Eu - Três histórias Extraordinárias Juntamente com o livro O Extraordinário é um dos meus livros preferidos ouve uma identificação com a mensagem que a história tenta transmitir que é Quando você não sabe o que fazer, simplesmente seja gentil. Não tem como dar errado.

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9 de dezembro de 2020

DEDICANDO AMORES & LIVROS


“cada livro, cada volume que vês, têm alma. A alma de quem o escreveu e a alma dos que o leram e viveram e sonharam com ele. Cada vez que um livro muda de mãos, cada vez que alguém desliza o olhar pelas suas páginas, o seu espírito cresce e torna-se forte”.
Carlos Ruiz Zafón, no livro A Sombra do Vento:


Aqui em casa tinha alguns exemplares de livros, que a leitura já não me interessava mais. Então, fui á um sebo da minha cidade a procura de livros que a leitura me agradasse para a troca livros x livros.



Um dos livros que chamou a minha atenção foi o livro Divã da escritora Martha Medeiros desde que vi o filme, eu fiquei com vontade de ter o livro em mãos. Os requisitos seriam; Não poderia ser versão pocket (odeio! ¹) e também tinha que ser com a capa original (odeio² livros que ao mudar a edição mudam a capa) próximo post eu escrevo minhas“manias literárias” aqui no Versos… O exemplar do livro que eu encontrei é perfeito. Com a capa original e não era na versão pocket. Quando comecei a folhear, para a minha surpresa encontrei essa dedicatória;



Mah,
“Foi um tiro de canhão ou é meu coração explodindo?”
Ingrid Bergman falou para Humphrey Bogart em Casablanca, sobre sua paixão…
Agora quem pergunta sou eu…

02/05/04 sua princesa, Bia!

Não estou em uma fase muito romântica. Fato. Mas, não estou insensível ao ponto de não achar esses gestos fofinhos… Seguindo a ideia do Carlos Ruiz Zafón, no livro A Sombra do Vento. Quem faz uma dedicatória em um livro deixa uma lembrança, mesmo que escrita para quem esta recebendo o presente. E quem recebe o presente, recebe a historia que contém no livro e o carinho de quem escreveu a dedicatória.



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Resenha: A Bolsa Amarela

 

Encontrei esse livro em uma banca onde vende-se Cd's, discos e livros usados com o preço razoávelmente bom... E resolvi comprar. Ao decorrer da leitura pude perceber que era um livro infanto-juvenil com uma narrativa facil para esse público. Porém, cheios de sacadas e grandes ensinamentos. Adorei a história da garotinha Raquel e acabei me identificando ao longo da história com todas as suas vontades e sonhos onde ela foi colocando todos em sua bolsa amarela, um acessório que ninguém da casa se interessou e por isso acabou em suas mãos.

Esta obra trata-se de um romance de uma menina que entra em conflito consigo mesma e com a família ao reprimir três grandes vontades (que ela esconde numa bolsa amarela) - a vontade de ser gente grande, a de ter nascido menino e a de se tornar escritora. A partir dessa revelação - por si mesma uma contestação à estrutura familiar tradicional em cujo meio "criança não tem vontade" - essa menina sensível e imaginativa nos conta o seu dia-a-dia, juntando o mundo real da família ao mundo criado por sua imaginação fértil e povoado de amigos secretos e fantasias.Ao mesmo tempo que se sucedem episódios reais e fantásticos, uma aventura espiritual se processa e a menina segue rumo à sua afirmação como pessoa. 


Título: A Bolsa Amarela
Autor(a): Lygia Bojunga 
Editora: Cia das letras 
Número de páginas:140 
Classificação: ☕☕☕☕☕






A personagem principal, a pequena Raquel é de facil identificação aos leitores mais novos e aos leitores que ja cresceram... Na criança existe essa  vontade de ser gente grande pela extrutura familiar um tanto que tradicional em cujo meio "criança não tem vontade" e a liberdade que teria caso fosse menino.



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Maira Gall