
4 de janeiro de 2023
Resenha: A Longa Viagem A Um Pequeno Planeta Hostil - Becky Chambers.

28 de março de 2022
Resenha: A Fantástica Viagem do Pequeno Cidadão
Sinopse: O Pequeno Cidadão nasceu em 2009, num CD gravado por Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra, Taciana Barros e Antônio Pinto, quatro pais corujas e seus filhos queridos, só com músicas para crianças. Inspirada pelas letras das músicas, Januária Alves criou o Pequeno Cidadão – um menino muito esperto, inteligente e curioso. Já nasceu com 7 anos e saiu direto de dentro de um CD cheio de músicas divertidas para as páginas deste livro que você vai ler. Acompanhado de seus amigos, o pássaro uirapuru Tangará, o sapo-boi Coach, a boneca Susi, entre outros, ele vai partir do seu Planeta X e viajar por muitos outros planetas, aprendendo que poder escolher o que queremos fazer na vida é “O grande X da questão” !
O livro tem citações das músicas, Pequeno Cidadão é um projeto de: Arnaldo Antunes, Taciana Barros, Antonio Pinto e Edgard Scandurra. Tudo começou quando esses músicos decidiram gravar com os seus filhos e começaram a dar visões de uma criança em algumas músicas. O som mescla de rock a MPB e chega até um leve pop. As músicas como eu disse, são voltadas pra visão de um garotinho, descobrindo o mundo. Ele está descobrindo que é errando que se acerta, que é chorando que se levanta, que tem que fazer bagunça mesmo, brincar e se divertir; que ele precisa ser criança o quanto puder e claramente dá pra perceber que o intuito de tudo é levar uma percepção poética sobre o mundo, de um jeito inocente e encantador pras pessoas
1 de outubro de 2021
Resenha: A bruxa Margaret; Jim Broadbent & Dix
Hoje
minha resenha é do livro A bruxa
Margaret, lançado pela DarkSide Books. O livro é de autoria de Jim Broadbent & Dix. Primeiramente,
eu fiquei confusa de como eu escreveria a resenha desse Grafic Novel. Pois,
antes de escrever sobre a leitura desse Grafic Novel é preciso entender de onde essa
narrativa foi inspirada...
A
representação mais famosa de Magriet foi imortalizada em uma pintura a óleo do
artista belga Pieter Bruegel, o Velho, em 1563. A obra de arte se encontra no
Museu Mayer van der Bergh, na Antuérpia. Acredita-se que ela tenha sido criada
para uma série de trabalhos. No Brasil, o título é traduzido como “Mulher Louca”.
Gatilhos: Mutilação, nudez explícita e linguajar violento..
Título | A Bruxa Margaret
Autores | Jim Broadbent e Dix
Tradutora | Aline Zouvi
Editora | DarkSide® Books
Edição | 1ª
Idioma | Português
Especificações | 144 páginas, capa dura, colorido
Avaliação | ☕☕...
Sinopse: Existem muitas bruxas pintadas no imaginário coletivo e a personagem de A Bruxa Margaret, ao mesmo tempo em que faz parte dessa tradição, traz o seu próprio toque a esse universo. A graphic novel surgiu a partir do interesse do ator e escritor Jim Broadbent (de Harry Potter e Game of Thrones) pela figura de Dulle Magriet, em um quadro de mesmo nome de Pieter Bruegel, o Velho, de 1536. Mas mesmo antes da pintura, já existia a lenda flamenga sobre Magriet (ou Margaret), uma mulher geralmente associada a demônios e feitiçaria. A partir dessa inspiração, Broadbent e o desenhista britânico Dix desenvolvem uma história em que o caráter humano da personagem transcende o mito. Em A Bruxa Margaret pouco é definido, o que potencializa o estilo de desenho, enquanto as cores pálidas mostram que não se trata de um mundo de preto e branco, com rígidas definições de certo e errado.
Como boa história em quadrinhos que é, emprega os recursos visuais para narrar os eventos, ao mesmo tempo que o texto, ambíguo e dissonante, amplia as possibilidades de percepção do enredo. Broadbent e Dix aprofundam a personagem ao mostrar seu discurso impreciso, suas ações erráticas, seu ambiente caótico. A bruxaria continua lá, mas Margaret muda o papel que desempenha nas lendas. Aqui, ela é uma humana, que mora em um lugar isolado e sombrio, e tenta sobreviver com a venda de enguias na feira. Tudo isso, é claro, com a manifestação da magia e do entendimento muito singular que Margaret tem sobre si mesma e realidade do mundo ao seu redor. Aberto a diversas interpretações, A Bruxa Margaret é um livro que incentiva a releitura, não pela incompreensão de sua trama e sim por oferecer muito mais que apenas um lado da história.
Senti falta dos diálogos durante a narrativa... Embora, tenha mostrado os elementos sobrenaturais e sombrios faltou os diálogos para os personagens transmitirem algo além dos sentimentos subentendidos que transitam entre agonia, tristeza, vergonha e alegria.
Somos apresentados a personagem Margaret, em um ambiente completamente claustrofóbico e depressivo. Margaret, e seu lado mais primitivo, aquele que representa a mulher negligenciada, violentada, solitária, incompreendida e refém de uma sociedade cruel, que a obriga a viver sozinha e sobreviver com pouco devido à sua própria natureza. Acompanhamos a jornada de Margaret em um rio, onde ela pesca enguias para comercializar em uma pequena comunidade. No entanto, após uma faísca de alegria, tudo se transforma em pura humilhação. Então, agarrada em sua própria força e crença, Margaret utiliza um ritual antigo para concretizar seus dois sonhos: ter ouro e um amigo para ser seu par, mas somente um deles será seu tesouro.
16 de dezembro de 2020
Resenha: Cartas de Amor aos Mortos
8 de dezembro de 2020
Resenha: A Vida do Livreiro A.J. Fikry.
“As pessoas contam mentiras chatas sobre política, Deus e amor. Você descobre tudo que precisa saber sobre uma pessoa com a resposta desta pergunta: Qual é o seu livro preferido?"
“Às vezes os livros só nos encontram no momento certo.”
Livro: A Vida do Livreiro A.J. FikryAutor: Gabrielle Zevin
Ano: 2014 /
Páginas: 192
Editora: Paralela
Avaliação: ☕☕☕☕☕
Lembra-se Maya: As coisas que nos tocam aos vinte não são necessariamente os que nos tocam aos quarenta, e vice versa. Isso é verdade para os livros e para a vida.




