29 de julho de 2021

Primeiras Impressões #03: Cores Vivas, Patrice Lawrence.

Cara, eu não conseguia parar de olhar para ela... O livro Cores Vivas da autora Patrice LawrenceO livro faz parte da linha Darklove da editora DarkSide®Books. A editora criou uma coleção com histórias sobre a força feminina na literatura. 


O livro, trata-se da história de Marlon que promete para a sua mãe que ele não se meteria em problemas. Não como seu irmão, Andre, líder de uma gangue que pagou um preço alto pelo caminho que escolheu. Sempre foi mais fácil ficar na dele, no quarto, ouvindo os antigos discos do Earth, Wind & Fire de seu pai e assistindo a filmes de ficção científica. Até que ele conhece Sonya. Uma garota linda da escola que, contra todas as probabilidades, lhe dá uma chance.


Mas o primeiro encontro dos dois termina em tragédia e, de uma hora para outra, Marlon se torna suspeito e não entende o porquê. Com seu pai morto e o irmão incapaz de ajudá-lo, ele não tem escolha a não ser entrar no mundo de Andre ― um mundo violento, cruel e desumano ― para descobrir a verdade e proteger as pessoas que ama. Nas primeiras 100 páginas... O leitor já começa a perceber que é uma história eletrizante.  Já somos apresentados a vida de Marlon um garoto negro, dando um giro de 360° com o primeiro e improvável encontro no parque de diversões com Sonya uma menina branca de classe média que sofre uma parada cardíaca no trem fantasma e morre.


O protagonista Marlon, é o irmão mais novo  de Andre um gangster... E isso torna-se um peso para quem tem "irmãos" não ter um protagonismo sem ser comparado com os erros/acertos do primogênito. A promessa do Marlon para a sua mãe no inicio da história "... que promete para a sua mãe que ele não se meteria em problemas. Não como seu irmão..."  foi algo que me fez sentir empatia com esse personagem  de querer segurar na mão de Marlon independente dos seus erros durante toda a história... "Agente laranja" Eu disse. Foi um veneno usado na guerra do Vietnã.".



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27 de julho de 2021

Resenha: Segredos de Paris Livro de colorir & passeios.

 

Segredos de Paris Livro de colorir & passeios: Leve suas cores à Cidade Luz. Dê asas à sua imaginação enquanto viaja pelas encantadoras ruas de Paris, passeia às margens do Sena e admira a Torre Eiffel. Com seus cafés, bistrôs, butiques e antigas construções, a capital francesa é um dos cenários mais lindos e românticos do mundo. Aproveite essas belas ilustrações para deixar de lado as preocupações e se inspirar no charmoso estilo de vida parisiense. Preencha os desenhos com suas cores favoritas e revele o artista que há em você.


A primeira vez, que ouvi sobre o termo Livros de colorir para adultos foi no final de 2013... Em um evento na Livraria Catarinense de uma possivel artista que fez uma exposição com os desenhos do livro Jardim Secreto. 

O livro Jardim Secreto foi lançado em 2013 (no exterior o nome é Secret Garden), mas só chegou ao Brasil no final de 2014, pela Editora Sextante. A ilustradora do livro é a escocesa Johanna Basford que, para criar suas obras, teve como inspiração o que ela via (e sentia) na infância, na casa dos seus avós.Como o nome já faz referência, no livro Jardim Secreto você vai encontrar muitas árvores, flores e animais para pintar.
Eu lembro de ter saido decepcionada daquele evento... Eu não tive coragem de comprar nenhum livro de colorir e muito menos, um conjunto de lápis de cor que no dia estava mais caro que o dobro! Não tive coragem de comprar.

No [BOOK HAUL] LIVROS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2017 Daqueles primeiros meses do ano eu comprei alguns livros pelo  preço de apenas R$10,00 incluindo o livro Segredos de Paris Livro de colorir & passeios.


Na semana que começou a Quarentena... Encontrei esse livro praticamente intocavel na minha estante e resolvi experimentar as minhas habilidades na pintura (cof,cof). 


As minhas pinturas são piores que de uma criança do ensino fundamental... Mas, é uma atividade que serve ppara relaxar né? e até tentar outras formas de pintura...




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24 de julho de 2021

BookTag: Olimpíadas 2020.


Hoje responderei a Olimpíadas 2020 BookTag, ela foi criada pelo canal Magia Literária e consiste em responder algumas perguntas relacionadas às Olimpíadas, vem conferir!

Cerimônia de Abertura:
um dos primeiros livros que você leu!


O livro Pretinha, eu? não é a minha primeira leitura... Mas, foi a leitura que mais me marcou no inicio da minha adolescência.

País sede (Tóquio): 
seu livro preferido que tenha um personagem coreano/Japonês.




Eleanor do livro Eleanor&Park. Essa é a história de dois adolescentes que não se encaixam muito bem: Eleanor é ruiva, cabelos cacheados, com problemas familiares e roupas velhas que não caem bem nela. Park é metade coreano, metade americano, com seus próprios problemas em casa, apesar da familia quase perfeita. Mesmo "imperfeitos" se aproximam e vivem um típico romance adolescente. O assunto em comum entre os dois giram em torno de HQs e músicas... [Resenha]

Seleção Masculina:
seu personagem masculino favorito.


Auggie, de Extraordinário, não preciso nem pensar duas vezes. Esse personagem é forte, determinado, e uma criança extraordinária. Por ser uma criança, muitos podem pensar que ele não tem nada a ensinar, mas tem sim e muito. [Resenha]

Seleção Feminina: 
sua personagem feminina favorita.



Verônica. Do Livro Bom dia, Verônica dos Autores Ilana Casoy e Raphael Montes é um Um alucinante thriller policial NACIONAL! O livro faz parte da linha Crime Scene da editora DarkSide® Books. O estranho mundo dos psicopatas, pervertidos e assassinos seriais sempre despertou o medo e a curiosidade mórbida em muitos de nós. Embora, a leitura seja fora da minha zona de conforto acabpou sendo um dos meus favoritos desse gênero. [Resenha]


Delegação Estrangeira: 
seu livro favorito de literatura internacional.



O meu livro favorito dos ultimos tempos é A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA da autora Kimberly. A história da pequena Ada que com seu irmão caçula, deixou para trás sua casa em Londres para escapar dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial — arrancou lágrimas, sorrisos e suspiros na mesma medida... As palavras de Kimberly fluem com a capacidade incrível de transportar o leitor em uma imersão na história. [Resenha]


Maratona:
 um livro que você só leu por causa de um desafio ou de uma maratona.



Eu comparei a leitura coletiva como uma maratona... Pois, temos que ler em uma velocidade superior aquela que lêmos quando estamos sozinhos. A leitura escolhida foi: O livro Por Lugares Incriveis... [Resenha] Eu participei de duas LCs de qualidade e aproveitamento da leitura completamente diferentes.

Medalha de Ouro: 
um livro que foi excepcional.



A continuação do livro A Guerra Que Salvou A Minha Vida da autora Kimberly A Guerra Que Me Ensinou a Viver foi uma leitura  excepcional. Quero re-lêr esse livro para resenhar aqui no blog.


Medalha de Prata: 
um livro que foi quase excepcional.



O ultimo livro que eu li, Para Sempre Vou Te Amar da autora Catherine Ryan Hyde. No inicio da leitura, já somos transportados para a vida de Angie narrando a sua vida com sua mãe e Sophie não importa onde morem as três nunca ficam muito tempo no mesmo endereço... 

Soubemos sobre a sexualidade de Angie de uma forma invasiva... A própria Nelie reconheceu a forma desconfortável que foi abordado esse assunto "Era algo que nem você mesmo sabia..." Angie tinha maturidade e a responsabilidade de uma pessoa adulta. Mas, ela era uma adolescente que nunca tinha pensado sobre essas questões que são normais para qualquer adolescente. Achei que a sexualidade de Angie foi "Jogada" e não foi trabalhada de uma maneira correta durante a leitura. Mas, mesmo assim dei 5 estrelas porque amei a leitura. [Resenha]


Medalha de Bronze: 
um livro que não foi excepcional, mas merece ser lembrado.



O livro O Oceano no Fim do Caminho do Autor Neil Gaiman agradou a maioria das pessoas que eu converso nas LCs. Mas, Essa leitura não foi nem de longe uma das minhas leituras favoritas Talvez o gênero fantasia não funcione comigo, Talvez a leitura não funcionou para esse momento..[Resenha]

Tocha Olímpica: 
um livro que fez seus olhos arderem por ficar horas lendo.



Quando comecei a ler Tartarugas até lá Embaixo eu já estava acostumada com o tipo de literatura do John Green ele te faz sentir as coisas que os personagens estão sentindo no decorrer da leitura... O autor John Green consegue de forma sutil indicar na sua escrita que a Aza está entrando em crise, e vai aumentando a pressão e a tensão na forma como escreve e descreve o crescendo da crise. Colocando o leitor entre uma linha tênue entre ficção e a realidade nos colocando naquele cantinho frio e escuro da mente da personagem Aza. [Resenha]


Cerimônia de encerramento: 
o livro que você está lendo no momento.




Cores Vivas é uma história poderosa sobre compreensão, amor e sobrevivência. A sensibilidade e o cuidado narrativo de Patrice Lawrence encontram casa na linha DarkLove, dedicada a revelar novas vozes femininas da literatura contemporânea. O coming of age urbano e repleto de camadas mostra que, às vezes, você pode fazer tudo certo, e mesmo assim as coisas dão errado. Mas respeito e compaixão são questões básicas para mantermos todas as nossas cores vivas.


Essas foram minhas respostas, espero que tenham gostado. Deixem nos comentários suas respostas e/ou respondam a TAG e deixem os links nos comentários.



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22 de julho de 2021

Resenha: A Revolução dos Bichos - George Orwell


Finalmente, eu
  terminei de ler o livro “A Revolução dos Bichos”, do autor George Orwell. A escrita desse livro é em  3ª pessoa o narrador-onisciente, que conhece tudo o que acontece com os personagens.

Os personagens importantes da história são: Senhor Jones; era o dono da quinta.Velho Major; Porco barbudo, tido em alta conta entre os animais, já com uma certa maturidade dado a experiência dos seus 12 anos.Bola de neve, Garganta e Napoleão; Eram porcos que o senhor Jones criava para vender. Com a morte do Major eles acabam por assumir a liderança da comunidade quando ela se estabelece. Ferrabrás, Lulu e Cata-vento; Os três cachorros da propriedade.Sansão e Quitéria; Dois cavalos de tração, Mimosa; Uma égua branca. Maricota; A cabra branca. Benjamim; O burro. Moisés; Um corvo.

A Revolução dos Bichos narra a história de alguns animais que moram em uma fazenda, fazenda Granja do Solar, e estão cansados de serem explorados pelos humanos. Após um porco (eles eram os animais mais inteligentes da fazenda) fazer um discurso a todos os bichos, mostrando que eles devem ser iguais, e que ninguém, nem mesmo outro animal, pode deter o poder de dominação, abre suas mentes para alcançarem isso. Foi assim que em uma primeira oportunidade a Revolução foi feita naquela fazenda.



Eu li a edição exclusiva da TAG em capa dura do livro A Revolução dos Bichos do autor George Orwell que acompanha marcador de páginas exclusivo em parceria com a Editora Autêntica. Embora a capa seja bem trabalhada com desenhos em relevos senti falta das ilustrações... George Orwell, foi um escritor, jornalista e ensaísta político inglês, nascido na Índia Britânica. Sua obra é marcada por uma inteligência perspicaz e bem-humorada, uma consciência profunda das injustiças sociais, uma intensa oposição ao totalitarismo e uma paixão pela clareza da escrita.Sua hostilidade ao Stalinismo e pela experiência do socialismo soviético, um regime que Orwell denunciou em seu romance satírico A Revolução dos Bichos, (traduzido no Brasil também como A Fazenda dos Animais, a partir das edições de 2020) se revelou uma característica constante em sua obra.


Livro: A Revolução dos Bichos 
Autor: George Orwell
Páginas: 200
Editora: Autêntica
Avaliação: ☕☕☕☕☕




Sinopse: Cansados dos maus-tratos e da exploração a que são submetidos na Fazenda do Solar, os animais se rebelam contra seu mestre, Sr. Jones, o expulsam e assumem o controle da propriedade. Liderados pelos porcos Bola de Neve e Napoleão, os bichos estabelecem uma sociedade igualitária baseada no Animalismo, um sistema de ideias contrário à tirania dos seres humanos e que, na prática, garantiria liberdade, justiça e fartura de alimentos a todos.Mas, com o passar do tempo, as esperanças de um futuro mais feliz vão se perdendo. O ideais da rebelião são corrompidos e depois esquecidos. Os porcos, novos donos do poder, repetem antigos hábitos e, aos poucos, instauram um novo regime de opressão

"TODOS OS ANIMAIS SÃO IGUAIS.
MAS ALGUNS ANIMAIS  SÃO MAIS IGUAIS QUE OS OUTROS"

O livro Revolução dos Bichos é um clássico... Eu morria de medo de ler esse livro pela fama da literatura clássica ser uma leitura difícil. Mas, a escrita de George Orwell é uma linguagem de fácil acesso para alcançar qualquer tipo de leitor. Pois, é uma leitura necessária e atemporal que deixa o leitor triste com a aquela velha máxima "a história se repete...".





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20 de julho de 2021

5 lições que “A Revolução dos Bichos” nos ensina sobre o início do século 20.

Em 17 de agosto de 1945 a obra a A Revolução dos Bichos ("Animal Farm") era publicada na Inglaterra. Na fábula diatópica de George Orwell, autor do também clássico 1984, um grupo de animais revolucionários toma o poder dos donos humanos de uma fazenda e organiza um regime igualitário e justo no local. O equilíbrio é ameaçado, porém, por uma dupla de porcos totalitários. Não daremos mais spoolers, leiam!

O livro é uma sátira ácida das práticas do ditador Joseph Stálin e da própria história da União Soviética, feito por um socialista democrático crítico ao que o regime instituído pela Revolução Russa se tornara. E está, claro, repleto de lições sobre o que foi o mundo no meio século 20. Essas são algumas delas. 

1. Que a tradução de um título pode ser um spoiler

Em inglês, o título da fábula ácida de Orwell é mais simples: "Animal Farm", que em tradução literal é algo como “fazenda dos animais”. Ou seja, não diz nada sobre o fato de que os animais da fazenda em questão organizariam uma revolução.

Em Portugal, os tradutores também não foram menos cruéis que aquele amigo dos comentários de uma matéria sobre Stranger Things. Houve a versão “A Quinta dos Animais”, idêntica ao inglês – “quinta” é fazenda em português de Portugal –, mas também houve o comprometedor “O Triunfo dos Porcos”.

É difícil discordar do apelo das versões lusófonas. Afinal, entre as incontáveis opções de uma livraria, você escolheria uma menção discreta ao fato de que há animais em uma fazenda ou uma promessa de guerra civil no chiqueiro? Pois é. O título pouco revelador da edição original, porém, não impediu que ele se tornasse um hit literário do pós-guerra, cujas vendas continuam aumentando até hoje (Trump, alguém?).

2. Que alianças diplomáticas e militares não se baseiam em ideais, mas em interesses

Orwell foi combatente na Guerra Civil Espanhola, espécie de “ensaio” para a Segunda Guerra Mundial que foi coberto também pelo então repórter Ernest Hemingway. Lá, conheceu de perto o horror propagado pelo exército soviético de Stálin – e percebeu que o sanguinário regime totalitário não tinha nada a ver com o socialismo democrático em que acreditava.

Para piorar a situação, a aliança formada entre Inglaterra e União Soviética para combater a Hitler – é difícil de acreditar que logo após o final da guerra a suposta “amizade” diplomática se tornaria a Guerra Fria – gerou uma cartilha de práticas midiáticas que tinham o intuito reabilitar a imagem da URSS no imaginário britânico. A idéia era fazer a população acreditar que o “terror vermelho” – que entre execuções em massa, trabalhos forçados e fome foi responsável pela morte de algo entre três milhões e 60 milhões de soviéticos – era uma invenção da propaganda nazista, justificando a aliança.

Orwell, que na época trabalhava no grupo de mídia BBC, pediu demissão, e escreveu o livro motivado a revelar, de maneira velada e alegórica, o real caráter do regime stalinista.

3. Que rock n’ roll e literatura são uma ótima combinação

Não foram só leitores comuns que aprenderam muito com A Revolução dos Bichos. No topo da lista de ídolos que fizeram música inspirada na obra de Orwell está o Pink Floyd com o álbum Animals. Em 1987 o R.E.M. escreveu a canção "Disturbance at the Heron House" com o escritor britânico em mente, às vésperas do anúncio de que o conservador George H. W. Bush – pai do Bush que era presidente na época dos ataques de 11 de setembro – iria concorrer à presidência.

O grupo punk The Clash usou uma imagem de uma animação inspirada no livro de Orwell como capa do single "English Civil War", lançado em 1979, e em uma menção mais discreta, o Radiohead cita a obra em um dos versos da canção "Optimistic".

4. Que na guerra a liberdade de expressão é muito relativa

Não houve censura estatal instituída formalmente na Inglaterra durante a Segunda Guerra. Mas o medo de discordar da posição governamental gerou um notável processo de autocensura, completamente voluntário. Poucas editoras, durante o conflito, teriam coragem de manchar a própria imagem junto ao Ministério da Informação publicando obras que ameaçassem, mesmo que de forma velada, a visão positiva da opinião pública sobre a aliança entre Estados Unidos, URSS e Inglaterra.

Orwell afirmaria posteriormente, em um artigo escrito na revista Partisan Review, que “agora é impossível imprimir qualquer coisa que se oponha demais à Rússia. Livros contrários à Rússia aparecem por aí, mas a maioria é de editoras católicas e tem um ponto de vista religioso e reacionário.”

5. Que força física sem consciência política não significa nada

Orwell teve a idéia para sua fábula distopia após se dar conta de que o ser humano é capaz de domar e comandar animais pelo fato de que eles, apesar de mais fortes, não têm consciência de que estão sendo dominados, e que uma relação parecida se estabelecia entre patrões e o proletariado.

Ou seja, se serviu do próprio princípio da fábula, a inversão entre o papel humano e o animal, como paralelo para a organização do trabalho na sociedade capitalista, para então demonstrar que as relações de poder que se formariam entre os próprios proletários após a revolução poderiam deturpar o ideal socialista. Uma aula de história. 

Fonte: Galileu


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19 de julho de 2021

Primeiras impressões #02: A revolução dos bichos - George Orwell.

Eu não sabia que eu tinha uma edição do livro A Revolução dos Bichos até ganhar outra edição exclusiva da TAG em capa dura do livro A Revolução dos Bichos do autor George Orwell que acompanha marcador de páginas exclusivo em parceria com a Editora Autêntica.


Ao começar a ler as primeiras páginas do livro 
A Revolução dos Bichos do autor George Orwell eu não entendo o porquê de procrastinar tanto nessa leitura... O autor escreve no Prefácio que ao escrever esse romance diatópico  deu preferência a uma linguagem de fácil acesso para alcançar qualquer tipo de leitor que  realmente queira ler o seu livro. A narrativa é escrita em 3ª pessoa o narrador-onisciente,  que conhece tudo o que acontece com os personagens.

A Revolução dos Bichos narra a história de alguns animais que moram em uma fazenda, fazenda Granja do Solar, e estão cansados de serem explorados pelos humanos. Após um porco (eles eram os animais mais inteligentes da fazenda) fazer um discurso a todos os bichos, mostrando que eles devem ser iguais, e que ninguém, nem mesmo outro animal, pode deter o poder de dominação, abre suas mentes para alcançarem isso. Foi assim que em uma primeira oportunidade a Revolução foi feita naquela fazenda

Conseguimos distinguir os discursos falaciosos de alguns animais e que hoje são usados por políticos, promessas sem fundamentos, desejos de poder. No decorrer da narrativa vamos enxergando as coisas que acontecem e que já aconteceram no nosso país, como as manipulações na nossa história, impostos cada vez mais elevados, políticos cada vez com mais mordomias e regalias, civismo e patriotismo retirado do nosso cotidiano (isso nos é passado como algo frívolo, ou mesmo nem se fala nisso), e muitas outras semelhanças que com a leitura do livro é impossível não se ver dentro daquilo que é contado. E ainda chegamos a uma conclusão inegável:

O socialismo é utópico, pois o homem é ruim, ele pode ter saído das camadas populares, saber as dificuldades dos pobres, mas isso não vai mudar o fato de que ele vai querer o poder e a submissão do povo.

Nas primeiras 100 páginas... Todos os bichos da fazenda tem características humanas que faz/fez a humanidade "patinar" enquanto sociedade. As noticias falsas que as fazendas vizinhas faziam questão de espalhar lembra dos FAKE NEWS de hoje em dia...



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18 de julho de 2021

BOOKTAG: GILMORE GIRLS BOOK

Gilmore Girls (Gilmore Girls: Tal Mãe, Tal Filha como conhecida em português) é uma série do canal americano CW que ganhou popularidade mundial no começo dos anos 2000. Criada por Amy Sherman-Palladino e estrelada por Lauren Graham e Alexis Bledel, o seriado é exibido no Brasil pelo canal Warner Channel na TV paga. A série estreou em 5 de outubro de 2000 e terminou em 15 de Maio de 2007 na sua sétima temporada no canal The CW.


A série conta a história do cotidiano da mãe solteira Lorelai Victoria Gilmore (Lauren Graham) e sua filha Lorelai "Rory" Leigh Gilmore (Alexis Bledel) que vivem no pequeno povoado fictício de Stars Hollow, em Connecticut, pequena cidade com personagens bem peculiares e localizada cerca de trinta minutos de Hartford. A série explora diversos assuntos como família, amizades, conflitos geracionais e classes sociais.


Essa TAG consiste em responder as dez categorias para associar personagens da série a personagens e livros:
Lorelai Gilmore
 
(UM PERSONAGEM COM UM SENSO DE HUMOR SARCÁSTICO)



Auggie, de Extraordinário. Apesar de todas as suas dificuldades, esse menino ainda tem senso de humor e nos diverte em várias passagens do livro.

RORY GILMORE
 (SEU CLÁSSICO FAVORITO)




Um livro classico favorito é Alice no Pais das Marávilhas. Considero esse livro um clássico da literátura infantil.

LUKE DANES 
(UM LIVRO QUE VOCÊ AMA SECRETAMENTE, MAS TEM VERGONHA DE ADMITIR)



O livro Cartas de Amor aos Mortos da autora Ava Dellaira pela editora Seguinte recebeu criticas severas pela narrativa da história ser por meio de cartas. Confesso que, nas primeiras páginas eu precisei um pouco mais de tempo para apreciar a narrativa da história que é por meio de cartas para cantores e outros artistas mortos que eram idolos tanto de Laurem a personagem principal quanto da sua irmã ja falecida.

Lane Kin
(UM PERSONAGEM MUSICAL)



O jovem Friederich, ele tinha uma pequena deficiência em seu rosto, o que acabou afastando-lhe dos estudos. Seu pai e tio trabalhavam em uma fábrica de Gaitas. Um dia, ele circulando pela fábrica, encontra uma gaita diferente das outras. Foi amor á primeira vista. E toda vez que ele tocava com essa gaita, todos ao seu redor eram possuídos por uma chama de amor única.

DEAN FORRESTER
(O PRIMEIRO PERSONAGEM PELO QUAL VOCÊ SE APAIXONOU)



Eu li Balança Coração do Walcyr Carrasco quando eu estava no 7° ano do fundamental para fazer fichamento para a aula de literatura... Eu lembro que esse livro éra disputadissimo entre as meninas da minha sala era a primeira vez que eu estava lendo um romance. A narrativa era sobre um romance entre Malu uma vegetariana radical e João um carnívoro convicto, ois jovens muito diferentes em sua forma de viver, mas iguais em seus sonhos e suas descobertas. é impossivel não se apaixonar por esse casal tão diferentes.

SOOKI ST. JAMES
(UM LIVRO QUE VOCÊ DEVOROU)





Em Cidades de papel, Quentin Jacobsen nutre uma paixão platônica pela vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman desde a infância. Naquela época eles brincavam juntos e andavam de bicicleta pelo bairro, mas hoje ela é uma garota linda e popular na escola e ele é só mais um dos nerds de sua turma. Certa noite, Margo invade a vida de Quentin pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança... A leitura que mais se aproxima da "A Culpa É Das Estrelas" com escrita tipica do John Green sem deixar o leitor entendiado. Li o livro em menos de uma semana, e não economizei nos post its pois, precisava marcar de alguma maneira as frases e passagens que eu achei bacana.

JESS MARIANO 
(UM LIVRO QUE VOCÊ AMA, MAS QUE É MUITO ODIADO)





A Vida do Livreiro A.J. Fikry - Uma carta de amor para o mundo dos livros “Livrarias atraem o tipo certo de gente”. É o que descobre A. J. Fikry, dono de uma pequena livraria em Alice Island. O slogan da sua loja é “Nenhum homem é uma ilha; Cada livro é um mundo”. Apesar disso, A. J. se sente sozinho, tudo em sua vida parece ter dado errado. Até que um pacote misterioso aparece na livraria. A entrega inesperada faz A. J. Fikry rever seus objetivos e se perguntar se é possível começar de novo. Aos poucos, A. J. reencontra a felicidade e sua livraria volta a alegrar a pequena Alice Island. Um romance engraçado, delicado e comovente, que lembra a todos por que adoramos ler e por que nos apaixonamos. Esse foi um livro muito criticado pelo nome do livro e pelo romance docinho mas eu adorei pois amo romances assim.

MISS PATTY
(
UM LIVRO QUE FOI ARRUINADO PELAS EXPECTATIVAS)




O livro Filha das Trevas (Saga da Conquistadora #1) veio na mala do mês de agosto do turista literário. Infelizmente, a leitura não atendeu as minhas expectativas... Um dos motivos é que esse livro NÃO É DE FANTASIA! e isso não fica claro na sinopse. Esse livro é um reconto histórico sobre os filhos do Vlad da Transilvânia e o Império Otomano. Na minha opinião, misturar fatos históricos com licença poética nada mais é, que fazer um "samba do "crioulo doido" na história. Outro ponto negativo, é a narrativa desse livro que é cansativa por ser muito lenta...

EMILY GILMORE
(
UM LIVRO CARO)




Comprei a nova edição de O Diário de Anne Frank publicada pela Editora Record, com capa dura e acolchoada. A capa imita o próprio diário da Anne e no interior tem algumas imagens do diário original que está em exposição na Casa de Anne Frank, em Amsterdã. Comprei também outros dois livros que estavam na Whilist Natalina lá por meados de Dezembro. Esse livro, foi o único que não entrou na Whilist Natalina mas, contará para o Book Haul do semestre. Esse livro custou 50 golpes é o livro mais caro da estante!

PARIS GELLER 
(UM PERSONAGEM NERVOSO)




O comportamento de Early do livro Em Algum Lugar nas Estrelas, da Clare Vanderpool como "menino estranho" não é descrito com nenhuma sindrome. A síndrome de Asperger, uma forma branda de autismo só seria descoberta muito tempo depois da Segunda Guerra o que deixou a história do personagem com um pouco mais de levesa apesar dos problemas que ele aparentava em seu comportamento.




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© Expresso Literário
Maira Gall